31/03/2010

Bola de Neve..

Tema de hoje: Briga de casal quando tudo acaba em pizza.
Deixar o tabu de lado e dar espaço para a realidade faz bem, não faz?
Conversas entre marido e mulher, apenas um detalhe..



Ela: Amor, lingerie preta ou vermelha?

Ele: Ah, sei lá.. vermelha! Fica mais sexy.

Ela: Por que? Eu não fico sexy com outras lingeries?
Vou usar a preta!
Aliás, da pra tirar essa bermuda que eu odeio?

Ele: Não é isso amor, é que eu gosto da vermelha porque é menor. Se não vai usar a que eu escolhi porque perguntou?
E essa bermuda foi você quem me deu.

Ela: Porque você tem mau gosto em suas escolhas, sempre tenho que estar com você na hora das compras. E eu não dei pra você, compramos juntos quando eu estava escolhendo a lingerie preta antes daquela sua “amiguinha” chegar.

Ele: Que amiguinha? Ela é mulher do meu amigo, como pode ter ciúme dela?! Mas já que é pra falar de “amiguinhos” quem é o cara que te cumprimentou quando estávamos saindo do restaurante?
A propósito, eu escolhi casar com você..

Ela: Ah, para! Ele é gay, não se sinta inseguro, ele não gosta da mesma fruta que você gosta.
E por acaso eu fui escolhida?

Ele: Sim....

Ela: Como assim? Quem eram as outras candidatas Sr. Dom Juan?

Ele: Eu escolhi casar com uma mulher linda, com qualidades que me fascinaram desde o primeiro encontro, uma mulher atraente e perfumada que elevam meus sentidos e me excita com um toque de suas mãos.

Ela: Rs.. Ai, amor, vem cá que vou tirar essa bermuda.

Ele: E você não vai usar a vermelha, nem mesmo a preta.

24/03/2010

O óbvio do óbvio..

É óbvio que passamos por situações, sejam elas quais. Quem não passa ou nunca passou? Se não passou passará..

É óbvio que você é feliz, seu amigo é feliz, seu vizinho também é feliz. A felicidade bate a porta de todos, quando estamos conscientes a aceitamos.
Aquela mulher que esta passando na rua também é feliz..

É óbvio que você sofre, seu amigo sofre, seu vizinho também sofre. A tristeza é conseqüência de algo que não deu certo. Quem nunca errou?
Aquele homem indo trabalhar também sofre..

É óbvio que doeu quando você caiu, com seu amigo também doeu e seu vizinho que o diga do tombo que levou. Dor é a sensação dos nervos compostos a lesões.
Aquela criança que caiu de bicicleta chorou de tanta dor..

É óbvio que você passou na faculdade, seu amigo reprovou, seu vizinho invejou. Você perdeu seu emprego, seu amigo foi promovido, seu vizinho te ajudou. As ondas da maré sobem e descem para qualquer um, ao menos que você seja um nada.
Com a família que mora na rua atrás de sua casa também aconteceram as mesmas coisas...

É óbvio que você perdeu sua namorada, seu amigo casou, seu vizinho comprou uma casa e se amigou. Você arrumou outra, seu amigo teve um filho e seu vizinho faleceu. São fases, ciclos que passamos na vida.
Aquele que você vê e acompanha na TV também já passou pelas mesmas coisas...

É obvio que você é assim, com suas qualidades e seus defeitos, seu cabelo é diferente, seu sorriso é inconfundível. Você queria ser o que não pode ou é feliz pelo que tem e aceita o que lhe convém. Quantos queriam ser como você?
Na sua fase adulta muitas perguntas são esclarecidas..


Vice-versa, pós e contras, semelhanças ou discordâncias. Somos todos iguais com pensamentos e fases diferentes, cada um com seu ciclo e estágio.



Todos, com sua maneira de viver e se aperfeiçoar, de saber lidar com cada etapa do que temos que passar.



Podemos escolher nosso destino, até mesmo ter um filho. Ser mãe e/ou pai não é quem cria?

Mesmo assim blasfemas acontecem e criticas ao próximo são motivos de conversas.

19/03/2010

Só quem sente entende..

Sentimentos dolentes deturpam nossa concepção de emoções e nos causam grandes conflitos individuais, tanto emocionais como em sucessão de nossos dias, se reflete no corpo com dores e náuseas constantes após uma lembrança.

É como uma dor compassiva que se torna pedaços retalhados do corpo com dilúvio nos olhos por sequência de uma desilusão mal interpretada por nossa mente.
Quem sente entende, como uma faca em transverso que imobiliza nosso agir.

A amargura que não se entende, a falta que não se convence, a perda que não é permanente, mas é inconsciente pelo momento que sente. Nos obrigam a ficarmos estacados por falta de recursos em contornar situações desagradáveis que calhou.

Vem sem avisar, nem mesmo um sinal, que poderia ser diferente, que por um paço mal dado tornou irreversível momentaneamente. Aconteceu novamente, aprendi novamente e errarei novamente, até que meus ossos se estilhacem.

Por que? Se o universo conspira de acordo com a vida..

É isso que me mata, esperar o tempo decidir o que será do fim ou recomeço, que por um erro não vingou, apenas transformou o que não poderia ser ou acontecer.

E o tempo dirá.. será?... Mesmo?

O amanhã, que não nos pertence, se encarrega de concertos certos, hoje hipotéticos. A fé é a chave da porta fechada que, nesse período, se encontra sem trinco.

Infinito destino que me leva a renunciar o que vivo, que não se instala em livre arbítrio, minha escolha não é o que sinto.

“Momentos meus”

15/03/2010

Clube da Luluzinha... No bar entre amigas..


Márcia: Ai, amigas, estou me sentindo estranha, parece que esta faltando algo, quando acordei meu apartamento estava tão sem graça, não tinha nada pra fazer, ninguém pra conversar, senti um vazio...

Jhenny: Xiii, querida, você precisa de um namorado.

Telma: Eu também acho..

Márcia: Será?

Jhenny: Sim, alguém pra preencher esse “vazio”, ser um cobertor de orelha.

Telma: Você sabe de qual "vazio" ela se refere, não é? HaHaHa..

Márcia: Talvez eu precise, sim, de um namorado pra fazer massagem nos meus pés quando eu chegar em casa cansada do trabalho, que saiba cozinhar, ter bom gosto de filmes pra alugar nos finais de semana..

Jhenny: Pensando bem, acho que eu também preciso de um. Sei lá, um homem bonito, de porte, cheiroso, educado, culto, inteligente...

Marcia: Isso! Alguém que saiba fazer compras, que enfrente filas no banco pra pagar as contas, leve o Totó no veterinário, lave meu carro, minhas costas..

Telma para Márcia: Você quer um serviçal e não um companheiro.. Hahaha..

Jhenny: Sim! Um homem sarado, gentil, com pegada, que não deixe a desejar. Simpático, porém, másculo e com fôlego..

Telma para Jhenny: E você não quer um namorado, quer um objeto sexual.. Hahaha..


Márcia: O ruim é quando começa a pegar no pé, controlar nossos horários, pedir explicações, escolher nossas roupas..

Jhenny: É verdade. Querer saber onde estávamos, o que fizemos e com quem, proibir, até mesmo, de falar com outros homens..

Telma: Pensando bem..

Márcia, Jhenny e Telma: Nããããoo!!!

E todas caíram em gargalhadas.....